The Relic: First Guardian, um soulslike promissor do estúdio coreano Project Cloud Games, ganhou data de lançamento – 26 de maio de 2026. A Perp Games assumirá a função de publisher do jogo. Junto com a data, o estúdio liberou um trailer com novos trechos de jogabilidade.
The Relic: First Guardian é uma jornada que segue vozes esquecidas em um mundo misterioso. Cada vestígio que você encontra é o registro final de alguém que um dia viveu ali. Nesse mundo, você não é um herói lendário; você é aquele que restaura a memória e o guardião das histórias.
Para se diferenciar dos demais jogos do gênero, o estúdio repensou completamente o sistema de stamina, mudando a forma como ela funciona sob 3 pilares principais:
- A stamina nunca é consumida ao atacar. Em The Relic, atacar é liberdade. Para preservar a criatividade, o ritmo e o estilo do jogador, a stamina foi removida de todas as ações ofensivas.
- A stamina existe apenas para a sobrevivência. Defesa, esquivas e os breves momentos em que a vida e a morte se separam são as únicas situações em que a stamina diminui.
- As habilidades não consomem recursos e funcionam inteiramente com base em tempo de recarga. Isso garante um fluxo de combate contínuo, onde os jogadores podem expressar livremente o estilo que desejarem.
No começo da aventura, os jogadores terão que escolher entre 5 tipos de armas diferentes, cada uma baseada em um tema emocional diferente. Pensando na variedade de builds, cada arma apresenta 12 árvores de habilidades completamente distintas, totalizando 60 árvores ao todo.
Outro ponto mencionado é que cada equipamento do jogo é um item único e com uma história por trás dele. Cada arma, escudo e pedaço de armadura só pode ser encontrado uma vez e tem uma lore visando aumentar a imersão no mundo.
A progressão de The Relic: First Guardian não será atrelada à níveis mas sim a um sistema de relíquias. O jogo conta com 70 relíquias, cada uma com um efeito passivo diferente.

O estúdio também falou um pouco sobre os chefes. Ao todo serão 70 deles, cada um com uma história única. Um dos chefes mencionados, Vanessa, é inspirada em um conto coreano chamado de Kongjwi e Patjwi que lembra bastante Cinderela (ao que tudo indica, Vanessa é a madrasta malvada de alguém).
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