Phantom Blade Zero, da S-Game, impressionou a todos com um gameplay altamente cinematográfico. Movimentos ágeis e cortes precisos com espada representam apenas uma amostra da intensa atmosfera de combate. Os primeiros vídeos de gameplay e trailers revelaram padrões e estilos de jogo bastante familiares, mas o criador da obra prefere não rotular o título como um Soulslike.
Hoje em dia, parece que todo mundo está fazendo um Soulslike — e com razão, já que o gênero explodiu em popularidade. Elden Ring foi o responsável por levar o formato ao grande público, o que fez muitos desenvolvedores desejarem um pedaço desse sucesso. Phantom Blade Zero também prioriza a ação, mas seu criador acredita que o jogo escapa de qualquer definição convencional.
Phantom Blade Zero não é um Soulslike, nem um jogo de ação tradicional
A conta oficial de Phantom Blade Zero no X publicou recentemente uma carta do CEO da S-Game, Soulframe Liang, na qual ele fala sobre a identidade do game.
“Quando Phantom Blade Zero foi anunciado, muitos pensaram que era um Soulslike. Mais tarde, depois que divulgamos uma demonstração de combate, as pessoas perceberam que o ritmo era claramente mais acelerado do que em jogos do tipo — então concluíram que deveria ser um ‘hack and slash’ como Devil May Cry ou Ninja Gaiden”, explica Liang.
Ele comenta sobre a tendência de categorizar tudo com rótulos fixos e afirma que o jogo não se encaixa em classificações tão rígidas: “Phantom Blade Zero não é um Soulslike, nem um jogo de ação tradicional”.
Liang acredita que o título está mais próximo de um ARPG e, mais ainda, que pode inaugurar um novo subgênero: os chamados Wuxia Action Games, inspirados na estética e filosofia das artes marciais chinesas.
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