Uma nova matéria trouxe à tona detalhes inéditos sobre os bastidores da franquia Ryse. O objetivo original era transformar a propriedade intelectual na resposta do Xbox a Assassin’s Creed, explorando diferentes períodos históricos ao longo de vários projetos. No entanto, desenvolvedores revelaram que precisaram cortar uma quantidade massiva de conteúdo para garantir que o título original estivesse pronto a tempo de acompanhar o lançamento do Xbox One.
Cortes em Nome do Futuro da Franquia
De acordo com uma reportagem publicada pela IGN, a versão de lançamento de Ryse: Sons of Rome oferecia apenas cerca de seis horas de duração, um reflexo direto da necessidade da equipe de cortar “dois terços do conteúdo planejado” para o Dia 1. Os desenvolvedores enfrentaram um considerável período de crunch para que isso acontecesse. Ainda assim, a equipe lidou bem com a situação na época, pois acreditava firmemente que aquele esforço estabeleceria as bases de uma nova e duradoura franquia.
Vikings, Japão Feudal e Inspiração em God of War
Os planos para o futuro eram bastante ambiciosos. Os criadores revelaram que cenários envolvendo a era Viking e o Japão Feudal estavam sendo ativamente considerados para os próximos títulos.
Havia também o desejo de abandonar parte da linearidade do primeiro jogo, adotando um design mais aberto e livre para as sequências. A intenção era reformular a estrutura dos níveis para que se assemelhassem à abordagem de God of War (2018).
Novas mecânicas chegaram a ser planejadas, mas não puderam ser incluídas no primeiro Ryse devido às restrições de tempo. Entre os recursos deixados de lado estavam a navegação com veículos e um modo multijogador PvP.
A equipe também discutiu o desejo de tornar o combate de Sons of Rome mais dinâmico. Eles citaram como exemplo o momento em que os jogadores vão à Bretanha esmagar a rebelião da Rainha Boudica utilizando a clássica formação testudo (tartaruga). No jogo final, a mecânica foi limitada a se defender dos ataques inimigos e revidar ao pressionar um botão. O conceito original, contudo, permitiria aos jogadores sair e entrar na formação à vontade, possibilitando o combate individual direto contra as forças inimigas.
Táticas Reais e o Jogo dos Deuses
A visão para as sequências também envolvia a implementação de outras táticas militares do mundo real, como o “Tiro Parto” ou a formação Kakuyoku.
Por fim, o enredo mitológico ganharia novos contornos. O jogo original contava com personagens como Aquilo e Aestas, que pareciam meros mortais, mas posteriormente se revelavam como deuses em um jogo secreto onde a humanidade era usada como peão. Essa premissa de “tabuleiro divino” seria levada para as sequências, mas adaptada sutilmente para diferentes religiões e mitologias, dependendo do contexto histórico de cada novo jogo.
Você gostaria de jogar um novo Ryse? Fala para gente em nosso servidor oficial no Discord, agora com um canal exclusivo para brasileiros!
Para receber notícias em primeira mão, siga nossas redes sociais e participe do nosso grupo no WhatsApp.
Para mais da Insider Gaming, veja que o remake de Black Flag teve o melhor lançamento da história da franquia na Steam. Confira também que os itens de passes de batalha antigos voltarão à loja do Battlefield 6.





Comments